Maxim lista cidades com corridas mais caras no ano de 2025
Um novo levantamento da Maxim, aplicativo internacional de transporte e entregas, analisou dados médios de viagens intermunicipais realizadas a partir de cidades brasileiras onde a plataforma atua e identificou diferenças expressivas no custo e no tempo gasto nesses deslocamentos.
O estudo considera três indicadores: valor médio da viagem, tempo médio dentro do veículo e extensão média do trajeto, com dados do ano de 2025.
O recorte intermunicipal (viagens para fora da cidade de origem) ajuda a compreender como moradores de cidades médias e do interior se deslocam entre municípios vizinhos para trabalhar, estudar, acessar serviços de saúde ou realizar atividades comerciais.
Em muitas regiões, essas viagens fazem parte da rotina e refletem tanto a distância física quanto a oferta limitada de serviços locais.
As 5 cidades com viagens intermunicipais mais caras
Os dados mostram que cidades-polo regionais ou localizadas em áreas com grandes distâncias entre municípios concentram os maiores valores médios por viagem intermunicipal. O top 5 é liderado por municípios do Centro-Oeste e Sul:
1º lugar: Primavera do Leste (MT) – R$ 141,84
2º lugar: Cascavel (PR) – R$ 95,45
3º lugar: Ponta Grossa (PR) – R$ 87,91
4º lugar: Arapiraca (AL) – R$ 83,26
5º lugar: Santarém (PA) – R$ 44,39
Os valores elevados indicam trajetos mais longos e maior dependência de deslocamentos rodoviários entre cidades, o que impacta diretamente o bolso do passageiro.
Onde os passageiros passam mais tempo em viagens intermunicipais?

Quando o critério analisado é o tempo médio dentro do carro, o ranking muda, mas mantém cidades com grande extensão territorial e forte integração regional. Nessas localidades, uma única viagem pode ultrapassar 50 minutos. O top 5 ficou da seguinte forma:
- lugar: Ponta Grossa (PR) – 54 minutos
- lugar: Sinop (MT) – 51 minutos
- lugar: Cascavel (PR) – 47,07 minutos
- lugar: Castanhal (PA) – 35 minutos
- lugar: Arapiraca (AL) – 34 minutos
O levantamento mostra que tempo e custo nem sempre caminham juntos: há cidades com viagens longas em duração, mas com valores mais moderados, e outras onde o custo cresce mais rapidamente devido à distância percorrida.
Um retrato da mobilidade regional no Brasil
Segundo a Maxim, os dados reforçam que a mobilidade intermunicipal é uma realidade central para milhões de brasileiros que vivem fora das capitais. Em regiões onde serviços públicos, universidades, hospitais ou centros comerciais estão concentrados em poucos municípios, viajar para cidades vizinhas deixa de ser exceção e passa a ser parte do cotidiano.
O levantamento também evidencia a importância dos aplicativos de transporte como alternativa de mobilidade em áreas onde o transporte público intermunicipal é escasso, irregular ou inexistente.
Ao adaptar suas operações às características locais, a Maxim contribui para ampliar o acesso ao deslocamento regional, oferecendo previsibilidade de custo e tempo em trajetos cada vez mais frequentes no interior do país.

